Marcha das Vadias !
E o teu olhar me diz tantas coisas, tantas coisas loucas que quando chega perto a minha alma não me deixa mentir. Esse teu olhar é pouco pra mim. É um ponto sem fim. Esse teu olhar, numa boa, é o tudo dentro de mim…
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| — | Armandinho (via vozesdamente) |
E no meio de tanta gente eu encontrei você. Entre tanta gente chata sem nenhuma graça, você veio. E eu que pensava que não ia me apaixonar, nunca mais na vida. Eu podia ficar feio, só perdido, mas com você eu fico muito mais bonito, mais esperto. E podia estar tudo agora dando errado pra mim, mas com você dá certo. Por isso não vá embora, por isso não me deixe nunca, nunca mais. Eu podia estar sofrendo caído por ai, mas com você eu fico muito mais feliz, mais desperto. Eu podia estar agora sem você, mas eu não quero, não quero.
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| — | Marisa Monte (via ideiasaleatorias) |
Às vezes odeio esta vida, estas paredes, essas caminhadas de casa para a aula, da aula para casa, esses diálogos vazios.
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| — | Caio Fernando Abreu (via ideiasaleatorias) |
Desejo a você…
Segunda sem mau humor,
Ter uma surpresa agradável,
Bater palmas de alegria.
Segunda sem mau humor,
Ter uma surpresa agradável,
Bater palmas de alegria.
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| — | Carlos Drummond de Andrade. (via regalar) |
No dia em que estiveres muito cheio de incomodações, imagina que morreste anteontem… Confessa: tudo aquilo teria mesmo tanta importância?
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| — | Mário Quintana. (via regalar) |
Ando tropeçando em absurdos. Em desassossegos também. Tem gente que tirou o mês pra me chatear, me colocar pra baixo, me jogar em cima um amontoado de energias ruins. Tem gente que tem esse dom. De não ser feliz e querer enferrujar o sorriso alheio.
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| — | Caio Fernando Abreu (via naufragando) |
Nunca consigo ser direta, clara e precisa. Para dizer uma coisa simples faço mil rodeios, falo além da conta, digo o que não devo, me perco no meio de tantas sílabas. A culpada é a minha necessidade de expressão. De interrogar, exclamar, pontuar, colocar reticências no final.
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| — | Clarissa Corrêa (via quinzeparameianoite) |
Eu quero crescer. Juro, quero mesmo. Quero aprender línguas que não sei. Quero conhecer novas culturas, povos, lugares. Quero me desapegar do velho. Quero não me fechar para as mudanças e para o novo. Quero não acumular rancores nem alimentar mágoas. Quero aprender a me pedir desculpa. Quero abandonar algumas saudades. Quero aprender a conviver com o que não posso modificar. Quero me mover mais e mais e mudar o que está ao meu alcance. Quero pouco e quero muito. Quero nada e quero tudo. Quero esquecer o que precisa ser esquecido. Quero nunca deixar de sorrir. Quero aprender a descascar laranja. Quero perder o medo de trovão. Quero ir. E vir. Mas nunca, nunca mesmo, deixar de sentir.
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| — | Clarissa Corrêa (via medesejesorte) |
